Sabe o que mais pesa na minha consciência? Que a gente poderia tá junto agora. Eu sei que poderia ter dado certo se a gente tivesse tentado um pouco mais. Sei que ias e ses não levam ninguém a lugar nenhum mas isso é uma coisa que eu não consigo tirar da minha mente. E eu não me sinto mais culpada, porque você é um moleque imaturo que não sabe dar valor as coisas e por mais que eu tenha errado um milhão de vezes, eu sempre fui íntegra no meu desejo de estar perto de você e de te amar. Mas que idiota é você, que não consegue enxergar uma coisa que está à um palmo da tua frente?! Será que foi pouco todo o esforço que eu fiz para tentar te passar o que eu sentia? Não entra na minha cabeça tal situação. Você é mesmo um idiota, que não sabe amar, não sabe se jogar nem se entregar ao sentimento. E eu avisei muitas vezes que quem muito planeja, nada faz. Mas nada tava bom pra você e a culpa é completamente sua, porque sempre achou que merecia um pouco mais, que deveria se preservar caso conseguisse alguém melhor. Ou então talvez você prese demais a liberdade, que segundo você, eu nunca te dei. Ou talvez eu não tenha sido persistente o suficiente para te fazer acreditar que eu te amo. Mas só um cego não veria. Você é cego? Você não vê o quanto eu sinto falta da tua presença implicante e detestável? Você não repara que mesmo com toda a raiva, ainda existe uma paixão recolhida e idiota dentro de mim? Você sempre foi incompreensivo, prepotente, arrogante e idiota — já percebeu quantas vezes eu usei a palavra idiota? —, mas burro você nunca foi. Então por favor, não venha me dizer esse papo de que “é apenas passado”, sabendo que para mim ainda existe um “você” presente, mesmo que eu deteste essa ideia. Detesto ter que conviver com as lembranças de alguém tão… tão… idiota! De sentir falta de coisas que eu sei que só me faziam mal e me machucavam, de querer alguém tão chato, entediante e que nem sabe falar português direito. De uma pessoa que não foi capaz de mover uma pedra, de arriscar um cadinho só para tentar defender aquilo que chamava de amor. Que amor é esse? Aquele que acaba porque a outra pessoa não é perfeita? Porque você não quer arriscar ter o coração despedaçado? Será que você acha mesmo que eu seria capaz de te machucar? E eu te garanto que eu posso estar com uma raiva suicida de você, mas só de imaginar te ver chorar, eu choro. E não adianta vim me dizer que “cansou” porque ninguém cansa tão fácil assim de algo que diz gostar tanto… Olha só para mim! Eu estou destruída, machucada e completamente arrasada, mas por algum motivo infeliz ainda insisto em acreditar que em qualquer dia desses esse moleque vire homem e venha atrás de mim recuperar todo o tempo perdido, mas nada acontece. E eu me odeio por saber que se caso um dia isso acontecesse, eu iria correndo pros teus braços, mas também me amo por ser assim tão fraca, já que eu sei que existe uma parte em mim que só consegue sobreviver ao teu lado. Parece que eu tenho a necessidade de sofrer, de chorar, de provar da dor. Afinal, que tipo de macumba maluca você jogou em mim, moleque? Porque eu não consigo odiar você e ser uma pessoa normal, sem traumas, sem lembranças, sem ser tão masoquista? Sabe porque? Porque eu amo alguém egoísta, desnecessário, um completo “perda de tempo”… Mas eu amo. Coisa que você nunca foi capaz de fazer. E quer saber de uma… Não era liberdade que você queria? Pois é, você tem toda a do mundo! Agora tente ser feliz com ela, idiota. Porque ao contrário do que você pensa, liberdade também pesa e ninguém aguenta ser tão livre ao ponto de não ter pra quem ligar quando a situação apertar e você sabe que além de mim, não tem ninguém que te aguente nas tuas crises existenciais. Você sabe que por mais neurótica que eu possa ser, nunca te negaria um abraço em um momento difícil e sabe que eu continuo aqui, intacta te esperando. Porque você é um ponto da minha vida sem o qual eu não consigo seguir em frente… E pode apostar que não é por falta de vontade, porque se dependesse da minha escolha, eu saberia caminhar sozinha tão bem quanto você faz. Mas eu não consigo, pois a tua idiotice me fascina. E isso me irrita profundadamente. Você é o tipo de pessoa que só no ato de respirar consegue me deixar estupidamente feliz e perigosamente irritada. Meu Deus, o que eu estou fazendo? To perdendo o meu tempo e a minha juventude com alguém que não merece nem um minuto de papo! Mas de qualquer forma, idiota, não esquece que eu to aqui de braços abertos para você, como se nunca tivesse deixado o meu abraço.
Mas não era pra isso acontecer, sabe? Não era pra eu ser só mais uma na lista de contatos do seu celular, ou só mais uma pessoa no seu msn. Isso não estava nos meus planos, não era pra você estar se esquecendo de mim dessa maneira. Era pra estar sendo como antes, pois antes era mais real, e agora… Agora está tudo tão estranho, bagunçado, gostava tanto de quando nós éramos nós mesmos, gostava tanto de rir das suas bobeiras, de quando você dividia os teus problemas comigo. Me lembro de tantas coisas, na verdade, eu me lembro de tudo. Da primeira palavra até do primeiro momento, me lembro do quanto você me fazia bem, de quando cuidava de mim, eu só queria que você soubesse que eu não queria que tudo terminasse assim. Me desculpa, ta? Me desculpa por viver sempre me desculpando, me desculpa pela as coisas sem nexo algum que eu sempre falo, mas é que eu realmente me sinto como um erro. Eu não sei como você se sente em relação a toda essa bagunça, mas queria que soubesse que eu sinto a tua falta de longe. Sinto falta de quando você sentia a minha também. Mas você nunca vai estar sozinho, entenda isso. Eu sempre vou estar aqui, por mais que o mundo dê mil motivos para você desconfiar disso, eu vou estar com você. Nada nunca vai conseguir descrever o quanto é ruim aturar todos os dias sem você. Mas obrigada, obrigada por ter me aturado como você sempre fazia, obrigada por ter sido o meu anjo, e me desculpe se algum dia nós ficamos distantes de nós mesmos.
Uma hora você apenas cansa de insistir.” Foi o que eu ouvi sair da sua boca naquele dia, exatamente assim. Você me disse isso com aquela cara de choro, com o lábio inferior fremido, o cabelo bagunçado, e eu fiquei parado na soleira da porta enquanto você apenas pegava as suas coisas e ia embora. Eu sempre gostei de cada detalhe teu. Eu sempre amei tudo em você. Amei sua boca macia, sua pele, seu cabelo curto quase rente a nuca. Você tinha as pernas finas mais lindas, o seu corpo era leve o bastante pra eu erguer no balcão da cozinha, as suas coxas fartas, o seu pescoço foi feito para ser beijado. A tua respiração me acalmava quando era sem querer, me deixava louco quando era entrecortada. Eu te amei, te amei pra caramba. Eu te amei quando você me disse “oi” na porta da boate, como se eu fosse apenas mais um querendo transar. Eu te amei quando você me abraçou e chorou no meu ombro, pedindo desculpas. Eu te amei quando você usava o meu casaco pra sair com as suas amigas, e me deixava vendo futebol sozinho. Eu te amei quando você preferiu ficar em casa a sair comigo porque “não gostava daquelas minhas amigas”. Eu nunca te disse não, nunca te questionei sobre os seus erros, sobre as suas mancadas. Eu tentava entender porque, puta que pariu! Ela nasceu em uma família complicada, precisa de atenção. Eu gostava de cuidar de você, sério. E era tudo o que você queria mesmo, né? Fala a verdade, você nunca quis de verdade estar comigo, quis? Você estava apenas desesperada por uma válvula de escape da tua vida vazia. Você nunca gostou de verdade dos Smiths, nunca achou graça nas minhas piadas. Você não estava cansada de insistir, você estava cansada de fingir. Um dia até as melhores atrizes dão um passo em falso. E você vacilou quando eu disse que te amava. Caralho, eu fiz de tudo por nós dois, eu insisti sozinho o tempo todo sem nem saber disso. E a minha resposta final foi mais uma mentira. Sabe, você foi uma bela perda de tempo, literalmente falando. Você é linda. Você… Tem os olhos mais lindos do mundo, e quando você me olhava e baixava o queixo eu perdia o foco. Eu entrava na sala e te via de moletom e box jogada no sofá, sorrindo, e pensava: “O que eu fiz pra merecer alguém como ela ao meu lado?” O engraçado é que hoje eu penso a mesma coisa, mas em tom de desgosto. Cara, você é tão mentirosa que poderia ter feito pacto com o capeta. E sabe… foda-se você. Eu não insisti o suficiente, eu não te dei atenção suficiente, eu nunca te fiz feliz. Eu nunca te mereci. Então tudo bem. Então, caralho, eu não presto! E você cansou de insistir. Então foda-se. Continua ai com a tua vida… sei lá, vai viver. Vai ser feliz com alguém melhor do que eu, vai me xingar em alguma esquina. Vai continuar fingindo que eu nunca fiz nada por você, por nós. Que eu nunca signifiquei nada pra você. Vai continuar mentindo pra si mesma sobre a verdade atrás da tua partida. Mente pra si mesma e finge que não sabe que você vacilou por medo de estar apaixonada também. Por medo de acabar tão fodida quanto eu. Mas sabe de uma coisa? Se tu tivesse tido o mínimo de vergonha na cara, e falado a verdade, seriamos dois fodidos agora, quem sabe seriamos os dois fodendo agora. Mas você optou por fugir. Então vai lá e te fode sozinha, porque eu insisti o tempo inteiro, eu te quis o tempo inteiro. E agora eu estou fodido. Absolutamente fodido. Mas eu vou me superar, porque até o mais otário tem amor próprio o suficiente pra isso. Teu ato mesquinho não foi nada, não me afetou a ponto de me derrubar. Porque eu vivi tempo o suficiente por você, eu vivi você por tempo demais. E quando a ressaca passar, eu vou estar bem de novo. E você vai estar sozinha. Mesmo que não físicamente, vai estar sozinha. Porque você não teve peito pra viver a nossa história, mas teve peito pra mentir na minha cara. Com o tempo, eu não vou te esquecer, mas vou passar a lembrar de ti com indiferença. Mas você ainda vai estar fodida. Porque eu vou continuar na tua pele, vou continuar no teu cabelo, na tua roupa justa. Vou continuar na tua lembrança, embaixo das tuas unhas, na tua boca. Vou continuar em você. Mas nunca mais do teu lado.
Só não esqueça que, sou eu quem te ama de verdade. Mesmo quando te machuco com minhas palavras, ás vezes tão rudes, mas com motivos por serem ditas. Não esqueça que, é eu quem te cuida, mesmo estando tão distante de você. Mesmo assim, de longe; sou eu quem cuida de você todos os dias, até por pensamento. E não esqueça; sou eu quem pediu pra Deus te proteger todos os dias, que pediu tanto pra te guardar de todo o mal. Sou eu. E também não se esqueça que, sou eu quem perde noites de sono com você no pensamento, dominando toda a minha mente. Não é insônia o problema, é você. Não esqueça que fui eu quem esqueceu do mundo todo pra lembrar de você. Que foi capaz de deixar todo mundo de lado, porque não conseguia prestar atenção em mais ninguém, a não ser você. E não esqueça que sou eu quem se preocupa com você, em todos os sentidos; em saber o que você está pensando, em saber se está bem, se está se cuidando, comendo direito, se algo está te afetando, te machucando. Não esqueça que sou quem que sente saudade quando você some, quando você sai sem dar um tchau, quando você me esquece, me deixando de lado. Sou eu quem lembra de você quando o mundo inteiro te esquece. Lembra? Eu dizia todos os dias o quanto você era importante pra mim. Por que sou eu quem te fazia sorrir com palavras simples, mas que eram sinceras. Não esqueça que sou eu quem ficava triste também quando você estava chorando; quando estava se sentindo mal. Sou eu quem te fazia companhia quando seus amigos te deixavam de lado, quando não estavam falando com você. Por que é eu quem se preocupava em não te deixar só, em te deixar feliz. Fui eu quem esqueceu da minha felicidade, pra colocar felicidade na tua vida. Não esqueça que, sou eu quem sente ciúmes por medo de te perder. Por medo de alguém roubar você de mim. Sou eu quem virava as noites falando com você, mesmo estando morrendo de sono, eu ficava até clarear porque você não queria ficar só, então eu ficava te fazendo companhia. Era eu que fazia isso. E não esqueça que, eu sou quem seria capaz de fazer tudo por você; Será que outra pessoa faria? Pensa bem. Será que alguém faria tudo isso que eu fiz e faço por você, e tu não sabe valorizar? Para pra refletir. Por que sou eu quem te ama. Quem te cuida. Quem te protege. Quem te admira. Quem ama até os seus defeitos. Que chora junto com você. Que esquece do mundo pra te fazer sorrir. Não esqueça, sou eu quem chora por medo de te perder algum dia. Quem se preocupa quando você parece triste. Quem te procura quando você desaparece. Que te dá carinho quando você está precisando. Sou eu, sou eu.
Ele tá te espiando pela janela. E tu não fazes ideia. Ele tá te olhando enquanto tu sorri, e tu até que sabe, mas acha que foi uma coincidência qualquer. Tu tens chorado pelos cantos, a espera de um carinho dele. Enquanto ele, alí de longe, fica almejando um beijo teu. Mas passa… Tu deixas de notá-lo. Tu deixas de querê-lo, de lembrá-lo. Só de vez em quando, antes de dormir, cai uma lágrima qualquer… E tu continuas sem entender. Tuas amigas chamam-te de tola, e tu começas a acreditar nisso. Vai para as baladas, e pega o primeiro que aparecer, só pra provar pra si mesma que tu não precisas de ninguém, que tu não amas ninguém. Mas ele, ele mesmo… Continua lá. Espiando-te pela janela, sem nada dizer. Pois sabe que agora tu é daquelas gurias que não quer nada sério, que nunca darias bola para ele. Tu até tromba com ele na rua, e na hora seu coração parece pular da boca, mas tu carregas na mão um salto quebrado, e um batom vermelho borrado. Enquanto ele segura nas mãos aquele coração frágil, amoroso, para te dar. Você sorri, e ele olha para baixo, e depois para seus olhos, e depois faz com que vai dizer algo, mas olha para o salto em suas mãos e prefere ficar calado. Só balança a cabeça. E volta a andar. Tu continua parada, pois agora sabe que existe algo alí, agora tu és confiante, tu sabes que têm uma beleza notável, e que com certeza ele notou. Tu o grita. E ele olha um tanto quanto assustado para ti. Tu andas até ele, e andas, e andas… Como se nunca fosse chegar. Mas chegas. Ele parece confuso. Mas tu, tu nunca se sentiu tão confiante em toda tua vida. A respiração dele mostra a ansiedade do teu gesto. E tuas pernas, mesmo confiantes, bambeiam. Mas tu diz, tu diz que quer estar com ele num sábado a noite. Quer sonha em ter as mãos dele, dadas as tuas. Que detesta essas festas, que detesta essa vida. E que tua vida sempre foi ele. E então ele sorri. O sorriso mais sincero que tu já tinhas visto em vida. É impossível não deixar cair uma lágrima. é impossível não demonstrar satisfação. Ele só te beija. E depois, abraça-te, como se segurasse um mundo em mãos.
Você me lembra muito o homem de lata do Mágico de Oz, só com uma diferença: ele confessa a busca por um coração, enquanto você faz a sua silenciosa, em passos calmos e se gaba por ser feito de aço da cabeça aos pés. Sentimentos enferrujados, sorriso sempre à mostra, olhos quase nunca atentos; faz a mesma viagem dos personagens do ‘Mágico de Oz’ em busca do caminho de casa, mas nem desconfia que sua casa é você mesmo. Procura fora o que está dentro e esconde dentro o que poderia ser bonito aqui fora. Menino assustado, perdido, seu caminho é “in”. Talvez se deixasse a armadura de lado pudesse ouvir o coração batendo em algum lugar muito próximo, mas o medo ensurdece; é a coragem que abre os olhos, ouvidos, mente e peito. É a coragem de mostrar fraqueza que fortalece. Mas como pode o homem de lata saber dessas coisas que são emoção? “Homem de lata também sente”, alguns dirão. Concordo. Sente, mas dificilmente amassa. Sente, mas facilmente esquece; porque o chapéu de funil não filtra sentimento. Sente, mas não aperta o coração, não apavora o estômago, não atormenta a mente. Sente sem saber guardar.
Quem sabe um dia esse homem feito de lata encontre um mágico que lhe dê um coração; quem sabe um dia ele decida parar de enganar a si mesmo que consegue viver só com dois pulmões no centro do corpo. Quem sabe um dia ele volte um pouco o caminho e vem com o sorriso estampado e o peito, enfim, aberto. De nada adianta dois pulmões se você não tem um coração pra te fazer perder o fôlego. O homem de lata tem olhos invejáveis, abraço de algodão, é imã. Atrai aos outros naturalmente (e dói saber que isso tem acontecido) porque é como se algo lá dentro, no centro dissesse assim: ‘Eu não sei caminhar até aí, mas venha, sente-se comigo e serei uma ótima companhia.’ E ele é. Só falta um coração pra saber disso tudo. Acho que a Dorothy não se importaria em mudar um pouco a história e dividir o seu, enquanto o homem de lata não descobre o que carrega dentro.
Eu conheço um homem de lata e ele não sabe a falta que seu abraço revestido de aço me faz. (Autor Desconhecido)
E então eu adormeço, adormeço com a sensação de que quando eu acordar tudo vai estar diferente. O mundo, as pessoas, os sentimentos, o trânsito, a bolsa de valores, o cotidiano. Adormeço com a sensação de que quando eu acordar, não existirão mais pessoas pela rua pedindo esmola, não existirão mais pessoas agindo de má fé. Adormeço com a sensação de que quando eu acordar a vida não será tão ruim assim, de que valerá a pena correr atrás de alguém, de que todos irão falar tudo o que quiserem sem medo, sem censura. Adormeço com a sensação de que quando eu acordar, poderei encontrar meu príncipe encantado, poderei encontrar meu anjo da guarda, poderei acreditar que “pra sempre” existe, e que posso confiar nas pessoas. Mas ao acordar, tenho a sensação de que ninguém faria nada para que esse mundo existisse. Ao acordar, tenho a sensação de que tudo não passou de um sonho. Tudo não passou de ilusão. E então meu único desejo é adormecer novamente, adormecer para continuar vivendo meu mundo. Para continuar com uma boa sensação. Para continuar sendo feliz, mesmo que por apenas alguns instantes. (giuliahagmeyer)
tema por in--compreendida, não copie nem coloque como de sua autoria. Caso os faça, terei que denunciar seu tumblr, belezinha?